Curadoria da 11ª Edição do Festival Pan Amazônico de Cinema - AmazôniaFiDOC
Danielle Bertolini
Documentarista, produtora, roteirista, pesquisadora e curadora, atua no audiovisual desde 2000. Mestra em Estudos de Cultura Contemporânea pela UFMT, pesquisa o imaginário de mulheres vilabelenses sobre Tereza de Benguela. Dirigiu documentários premiados e exibidos internacionalmente, festivais, telefilmes e curtas com comunidades tradicionais. É presidente da MT Cine (2024–2026), fundadora do Tudo Sobre Mulheres – Festival de Cinema Feminino (8ª ed.), e produtora executiva da MAUAL (25ª ed.). Em 2024 lançou Plantadores de Água e finaliza o longa Somos Tereza, com montagem de Cristina Amaral e a participação especial de Zezé Motta, junto com mulheres da comunidade de Vila Bela da Santíssima Trindade.
Diego Bauer
Diego Bauer é diretor, roteirista, ator e curador natural de Manaus, Amazonas. Seus filmes já foram exibidos no Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Mammoth Lakes Film Festival, além de festivais no Reino Unido, Suécia, Turquia, Índia, Austrália, Irã e em mais de 20 festivais no Brasil. Atuou e produziu o elenco de O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Também é curador e diretor artístico do Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte.
Marco Moreira
Presidente da Associação dos Críticos de Cinema do Pará (ACCPA), membro-fundador da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE) e membro da Academia Paraense de Ciências (APC). Mestre e Doutor em Artes (PPGARTES) pela UFPA, professor do Curso de Cinema e Audiovisual da UFPA, coordenador-geral do Centro de Estudos Cinematográficos (CEC), fundador da Academia Paraense de Cinema (ACP), crítico de cinema e pesquisador.
Caio Pimenta
Natural de Manaus, formado em jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas e com pós-graduação em jornalismo cultural. Atualmente cursando mestrado com foco na análise da prática da crítica de cinema no estado do Amazonas. Em 2014, fundou o Cine Set, o principal site sobre cinema e séries de TV do Norte do Brasil. É membro do Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema – e também da FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema. Votante do Globo de Ouro na edição de 2025 e também um dos parceiros do Festival de Cinema da Amazônia - Olhar do Norte.
Arthur Gadelha
Arthur Gadelha é roteirista, jornalista e crítico de cinema. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e ex-presidente da Aceccine, foi curador de festivais como Cine Ceará (CE) e Guarnicê (MA), integrando júris de eventos como For Rainbow e Cine PE. No Jornal O POVO escreve sobre cinema e cultura, cobrindo festivais como Gramado e Cannes. Foi votante internacional do 83º Golden Globes. É graduado em Comunicação com pesquisa sobre jornalismo, crítica e cinema brasileiro, tendo também formação em Cinema pelas escolas públicas Porto Iracema das Artes e Casa Amarela Eusélio Oliveira (UFC).
Ana Vidigal
Jornalista, produtora, roteirista e diretora com obras premiadas e voltadas ao resgate da memória cultural amazônica. Realizou documentários, ficções e telefilmes, dirigiu produções para TV e liderou projetos como a Mostra Cinema e Direitos Humanos e o I Edital de Produção Audiovisual do Amapá. Selecionada em programas e laboratórios nacionais, está à frente do longa ficção "A Ponte e o Tempo" e de curtas "Madalena”, “Vidas” , “ Em Órbita”. o longa em finalização “Grafismo - Traços que revelam a alma ", Idealizadora e diretora do Festival de Roteiro Audiovisual da Amazônia – FERA e da Feira de Negócios do Audiovisual da Amazônia, segue impulsionando o cinema amazônico para o Brasil e o mundo.
Curadoria da 3ª Edição da Mostra As Amazonas do Cinema
Débora McDowell
Débora McDowell - Belém (PA), jornalista e documentarista. Realiza produções permeadas por debates contemporâneos sobre cultura, gênero e território, como no longa-metragem Transamazonia (2019), premiado como Melhor Direção no Festival Mix Brasil 2019 e Melhor Filme no Amazônia Doc 2020, e o longa A Mulher Sem Chão, documentário em parceria com a escritora indígena Auritha Tabajara, vencedor do CachoeiraDoc 2025 e selecionado no Festival de Brasília, Forumdoc.bh e na Mostra de Cinema de Gostoso.
Flavia Guerra
Flavia Guerra é documentarista, curadora e jornalista. Formada pela ECA-USP e mestre em Direção de Documentário pela Goldsmiths (Londres), tem uma carreira diversificada no cinema e no jornalismo. No cinema e audiovisual, dirigiu e produziu obras como "Karl Max Way" (prêmio no É Tudo Verdade), foi coprodutora do pré-finalista ao Oscar "O Caminhão do Meu Pai", atuou em equipe de filme indicado ao Oscar ("Marcha da Vida"), roteirizou a série "Brasil Visto do Céu" e o longa "Em Busca da Cerveja Perfeita". É codiretora do projeto "Poemaria" e atualmente desenvolve o documentário "Notícias Populares" e o roteiro de "Soprando Búzios". No jornalismo, foi repórter de Cultura de "O Estado de S. Paulo" por 15 anos, colaborou com "Carta Capital", "Trip", "Folha", entre outros. É colunista de cinema na Rádio Band News FM, já atuou na Band News TV e Arte 1, e cobriu festivais como Cannes, Berlim, Veneza e Sundance para o Canal Brasil. Na curadoria e formação, integrou júris e comissões de festivais (Festival do Rio, Gramado, Miami, Brasília etc.) e é curadora do Feed Dog (Festival de Documentários de Moda). Ministra o curso "Documentário para Cinema e TV" no Centro Cultural Barco.
Coordenação Pedagógica 4º Festival Curta Escolas 2026
Manuella Porto
Natural de Fortaleza -CE, filha de mãe paraense e pai cearense, cria de Belém- Pará, moradora do bairro do Jurunas, é professora de sociologia da rede municipal de educação de Belém, idealizadora do Projeto Clube do Filme - projeto de audiovisual em duas escolas municipais. Em 2023 , recebeu o Prêmio Mergulho da FCP, edital de audiovisual com ocupação na Casa das Artes, em 2024 recebeu menção honrosa na Mostra Competitiva Primeiro Olhar no 10º AMAZÔNIA (FI)DOC, em 2024 foi selecionada e concluiu o Curso de Extensão "Cinemas e Educações. Acervos Audiovisuais e Universidades na produção do conhecimento escolar" realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Curadoria Mostra Competitiva Videoclipe e Videoarte - Amazônia FiDoc 2026
Manoel Leite
Manoel Leite é nascido na Amazônia, psicanalista, produtor cultural, roteirista, fotógrafo e editor. Formou-se em Eng. Aeronáutica no ITA e mudou-se para o Rio de Janeiro onde fez cursos em Cinema e Filosofia na PUC-RJ. Fez formação em Psicanálise Lacaniana, e coordenou cursos da intersecção entre Psicanálise e Cinema. Juntou-se à ZFilmes e produziu em 2012 seu primeiro curta-metragem, “Certeza”. A partir daí desenvolve-se como roteirista, produtor e editor. Em 2017 teve dois roteiros co-escritos produzidos, juntamente com a cineasta Zienhe Castro, “O Homem do Central Hotel”, lançado em 2020, e “Praiano”, lançado em 2022. Concluiu em 2020 especialização em desenvolvimento de projetos de Série para TV, na Faculdade Hélio Alonso (RJ). De 2022 a 2026 participou do desenvolvimento do roteiro do longa ficção “Temperos de Aimée”, que será produzido em 2026, do longa Documental “Simplesmente Eneida”, e a Série Documental “Amazônia Ancestral”, na qual trabalhou também com Captação de Som Direto.
Zienhe Castro
Zienhe Castro, natural de Belém do Pará, é cineasta, produtora e roteirista na ZFilmes Produções, com 30 anos de atuação como produtora cultural. Estudou Tecnologia do Cinema na UES-RJ (2001/2003) e roteiro e direção de documentários em Cuba (2009), onde realizou seu primeiro curta autoral. Desde 2004, dedica-se exclusivamente a projetos audiovisuais nacionais e internacionais, atuando como produtora executiva, diretora, roteirista, montadora e coprodutora. Ao longo de sua trajetória, dirigiu, produziu e roteirizou curtas, médias e longas-metragens de ficção e documentário, contemplados por editais como Petrobras Cultural, MinC, SEIVA e SAV. Seus trabalhos receberam prêmios, críticas positivas e participações em festivais nacionais e internacionais. Em 2025 entregou sua primeira série documental para TV, “Amazônia Ancestral”. Atualmente, finaliza dois longas documentais e vai dirigir e produzir seu primeiro longa de ficção, “Temperos de Aimée”.
Desde 2009, é fundadora, diretora geral e curadora do Festival Pan-Amazônico de Cinema – AMAZÔNIAFIDOC, que em 2026 realiza sua 11ª edição em Belém.
Monique Sobral
Monique Sobral de Boutteville é diretora e dramaturga, com atuação entre o Brasil e a França. Sua prática se fundamenta em uma abordagem transdisciplinar e bicultural, desenvolvida a partir de sua trajetória artística e acadêmica nos dois países. Doutora em Artes Cênicas pela Université Paris 8 e em Desenvolvimento Sustentável pela UFPA, desenvolve uma pesquisa que integra corpo, imagem e narrativa, com ênfase na relação entre cinema, teatro e performance. Com formação em cinema e mestrado em Artes Cênicas, atuou como docente na Université Paris 8, onde trabalhou nos departamentos de teatro, cinema e literatura. Nascida em Belém do Pará, realizou seu primeiro filme em 2005, desde então, desenvolve projetos artísticos e culturais na região. Em 2025, dirigiu os filmes “Rocha”, “Habitat” e “Um abridor de letra”. No mesmo ano, realizou a preparação de elenco e a direção de intimidade do longa “Amantes”, coprodução entre Brasil e Colômbia. Como diretora e performer, apresentou trabalhos em espaços de prestígio na França, como o Grand Palais e o Musée Guimet.
Moana Mendes
Roberta Carvalho
Roberta Carvalho é artista visual, multimídia e diretora artística nascida em Belém do Pará. Sua prática une tecnologia, questões socioambientais e engajamento cultural em favor da Amazônia, criando obras que partem de sabedorias ancestrais e imaginam futuros em outras cosmologias. Fundadora da 11:11 Arte e do Festival Amazônia Mapping, vencedora do Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais e indicada ao Prêmio PIPA 2023. Criadora das instalações imersivas Ajuri e Esfera, no Museu das Amazônias 2025, sua obra circula em contextos nacionais e internacionais de destaque: direção artística da NAVE no Rock in Rio 2022, direção visual do Amazônia: An Immersive Experience na COP28 em Dubai, direção de projetos na COP30 — incluindo jantar imersivo e instalações —, curadoria do projeto Pororoca na Times Square e no Central Park em Nova York, e co-direção do documentário Mestras, selecionado no Festival de Gramado.
Curadoria da Mostra Indígena - Amazônia FiDoc 2026
Priscila Tapajowara
Priscila Tapajowara é cineasta e fotógrafa indígena da Amazônia, reconhecida pela Agência EFE e pela Sanchamama como uma das 100 pessoas latinas mais comprometidas com a ação climática (2023–2025). Dirigiu a websérie Ãgawaraita, o curta The River e o videoclipe Mulheres que benzem de Priscila Castro, e assina a direção de fotografia de Arapyau: Primavera Guarani e Javyju: Bom Dia, de Carlos Eduardo Magalhães.
Sua obra fotográfica circula internacionalmente, com exposições na Europa e no Brasil, e integra o livro fotográfico Corpos Terra. Foi curadora da exposição Vozes da Amazônia, durante a Cop30 e atua como júri e curadora em festivais, incluindo o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2023). É presidenta da Mídia Indígena e vice-presidenta do Instituto Território das Artes (ITA).
Curadoria da Mostra de Cinema Negro - Amazônia FiDOC 2026
Tayana Pinheiro
Produtora e sócia da Clarté e Marahu Filmes, assina a produção executiva de diversas obras audiovisuais e também de projetos culturais de outras áreas, além de atuar como parecerista de editais. Foi produtora executiva e diretora de produção do premiado curta-metragem Cabana (Melhor Curta - Festival do Rio-2023). Atuou como coordenadora de produção executiva das séries documentais: Olhares do Norte: Pará (TV Brasil-2024), Bar Brasil (Travel Box Brazil-2024) e Lideranças Femininas Indígenas (Tv Clima Tempo- 2026), assinando também a produção executiva da segunda temporada da série documental Sabores da Floresta (Canal Futura-2024 e Globo Play-2025), do telefilme de ficção Vatapá ou Maniçoba (Tela Quente e Globo Play-2025) que teve mais de 16 milhões de telespectadores, além do curta de ficção Boiuna (premiado com 3 Kikitos na 53o mostra competitiva do Festival de Gramado-2025).
Atualmente é Produtora Executiva da série documental Pelos Rios da Amazônia (Tv Cultura de SP-2026), do telefilme de ficção Teste para Cardíaco (Tela Quente, Cine BBB e Globo Play-2026) e do longa-metragem de ficção em produção, A Floresta de Maní. Atuou como Conselheira Municipal de Cultura de Belém (2023/2025) e está como Conselheira do Norte da APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro e na suplência do Conselho Estadual de Cultural do Pará (setorial do audiovisual), fazendo também a Direção do Marahu Lab – Laboratório de Desenvolvimento de Projetos Audiovisuais da Região Norte.
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PATROCÍNIO
APOIO INSTITUCIONAL
APOIO CULTURAL
APOIO DE MÍDIA
PARCERIA INSTITUCIONAL
PARCERIA
REALIZAÇÃO